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sexta-feira, 22 de junho de 2007

É a porra do Brasil


Então é sexta-feira e eu tenho que estudar, fato que a tempo não acontecia, mas falta coragem, tudo bem, venho até minha velha amiga internet, aproveitar um pouco a preguiça e já ia abri algum jogo quando resolvo dar a minha olhada diária no G1... E eu me pergunto que país é esse? “É a porra do Brasil” que é o que cantavam lá em Cumbica (não sei quem viu isso) no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos todo mundo bravo, estressado, cansado e com dor nas costas por dormir no chão, que horror, que horror volta a afirmar! E bem legal é que a “porra do Brasil” eles só lembram quando é atingido, aquelas pessoas nem lembrariam da música do Renato Russo, caso pudessem fazer suas viagens felizes da vida, tudo bem, não irei nem falar da fome, da violência, da falta de educação e cultura, mas o que quero dizer é que, bem sinceramente, a gente só pensa no próprio umbigo, e nem pensa direito, caso contrario “a porra do Brasil” onde vive “as porras dos brasileiros” seria um pais muito melhor. Mas falar o que? Fazer o que?

terça-feira, 29 de maio de 2007

Amém!



E eu que sempre me achei a "senhora inteligente" agora acho difícil fazer uma coisa que deveria ser simples pra mim, mas não é. Tenho que elaborar um projeto (mini-projeto), um plano de trabalho, para uma bolsa monitoria da faculdade, a que tanto desprezo, mas que no momento está sendo muitíssimo útil para minha vida profissional. Entretanto tenho que agüentar não saber fazer, porque meu queridíssimo professor de metodologia cientifica, no 3º semestre, que quase nunca ia pra faculdade dar aula, não ensinou fazer um projeto decente, me ferro agora, porque essa bolsa iria resolver TODOS os meus problemas financeiros, e se brincar, os emocionais também. Só por Deus mesmo, porque sorte não tenho mesmo, sorte seria eu estar fazendo certo, sem saber ao certo se está certo, ter no Maximo 02 inscritos (pq é o número de vagas) e se tiver mais inscritos que os projetos deles sejam pior que o meu. Amém.

sábado, 19 de maio de 2007

Sexta à noite



Quer dizer, quem é mesmo a Juh?
Por que tem horas que a gente não se reconhece?
Tem hora que é difícil agir como eu mesmo, às vezes acho que, eu já não sou mais quem costumava ser, mas são os mesmos olhos, os mesmos sonhos, a mesma fragilidade disfarçada por uma arrogancia confusa.
Ow, puxa! Como a gente muda... Acho que eu precisava mudar pra ser mais feliz. Mas também, eu não sei, talvez eu só esteja com sono e essa música triste está me fazendo eu me sentir triste, fora o filme que acabo de assistir 'o casamento perfeito' ou sei lá o nome, é incrível a capacidade que esses filmes tem de me fazer sentir só.
Tudo bem que tenho grandes chances de chegar aos 30 ainda solteira, sei que sou exigente demais, mas me entregar cegamente nunca fez o meu tipo, e é culpa minha? Minha vida até aqui me levou a conclusões que, sofrer por amor é bobagem, amar é perigoso e eu não sei, minha auto-estima não está muito boa e não tenho certeza se um dia ela esteve boa, sinceramente a única coisa que realmente gostaria agora era um pouco de atenção, o único que pode fazer isso, eficazmente, está a alguns mils km daqui e certamente não pensa em mim.
Porém, eu respiro fundo novamente e tudo vai ficar bem ou não. Quando mesmo que as coisas iam melhorar? Esqueceram de me dizer, não era pra ser assim, eu não planejei isso.
Sinto muito Juh, eu não me tornei o que eu sonhei ser quando crescesse, por sorte ainda tenho tempo ou não. Ser feliz no presente é não pensar no futuro, que tarefa difícil essa, eu sei que posso ser melhor que isso, ainda não é hora para decepções.
Como dizia nosso querido maconheiro preferido: Don't worry, be happy. Curioso saber que nem ele mesmo conseguia seguir seu próprio conselho, e eu já nem sei onde quero chegar com tudo isso, devo ter mudado de assunto umas 3 vezes no mínimo e o título, pra ter sentido, coloquei o dia de hoje.
Eu falo demais, sou uma viciada em palavras, mas hoje vou ficando por aqui, sem mais reclamações, a vida é bela e amanha tem festa. (hoje mais tarte, pra dizer a verdade)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Heroes



Apresento-lhes meu novo vício, impressionante como é um vício mesmo, não consigo parar de assistir, parei agora porque o episódio 14 ainda não terminou de baixar.
É curioso como as coisas sempre se encaixam, e como as coisas só acontecem nos EUA, ao todos no mundo, são 36 pessoas com o gens modificados, e os mais importantes são dos EUA, tirando o japa, que por deus, morro de rir com ele, será que o filho do cara que fez a lista também tem algum poder? Como o garotinho tem e foi descoberto só agora com epeisódio 13, e que família linda essa, a mãe doida (ok ok doida não), o pai passa por paredes e o filho controla maquinas (é isso mesmo que ele é capaz de fazer ou tem mais?).
Uma coisa não entendo, pq o cara invisivel não ta na foto? Se ele vem parecendo muito, nem da pra saber quem mesmo vai salvar o mundo, quem deles é o mais importante, parece uma batata quente, um passando para o outro, mas não voluntariamente, todos querem ser heroes, mas no fim acho que todos são, cada um fará algo importante, ahh que coisa! preciso terminar de assistir haha
Nossa, tbm tem a aquela mulher ali, que o Piter e pintor estão apaixonados, pq ela é tão importante assim? eee laia!

sábado, 5 de maio de 2007

And me?



Tento desviar meus pensamentos, tento evitar meus desejos, tento enganar-me, tento não ti querer, ditraio minha tristeza, preencho esse vazio com ilusões, fantasio com um amor reciproco inexistente, uma realidade difusa e confusa, a saudade do que nunca existiu, a sensibilidade de um desprezo. E eu? eu fico aqui, lamentando-me, lamentando a minha fraqueza, lamentando minha fragilidade, lamentando o meu medo, minha sensibilidade.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Fato triste




Um fato triste, fazer o que?

Um fato triste, são vários fatos tristes juntos

Um fato triste que é constante e doloroso

O fato de um fato triste, lamentavelmente

Acompanha a expressão da foto.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Uma bocada

Paro na calçada de uma rua movimentada qualquer, vejo os carros passar, as pessoas apressadas, o dinheiro indo e vindo e como pode nenhum vintém desse vim pro meu bolso? Eu tenho que dar um jeito de dar uma bocada nesse bolo, tem de haver um jeito.